A propaganda política está liberada na Internet.

O Supremo Tribunal Federal considerou a Web como território livre, daqui para frente, podemos esperar muitas ações em redes sociais e blogs... Boa notícia para quem trabalha com desenvolvimento Web – Opa, que bom! Mas lembrem que spam é proibido e afasta clientes, vamos conquistar o público alvo da maneira correta, escrevendo para quem quer ler o que está sendo escrito.
Veja parte da reportagem publicada no portal AdNews:
Começa oficialmente nesta terça-feira (06/07/2010) o período de campanha eleitoral. Está liberada, a partir de hoje, publicidade em favor de candidatos a Presidência, Governos, Senado e Câmara e a novidade deste ano ficou por conta da liberação do uso da internet como veículo – não sem regras específicas para tal.
A web foi classificada pelo Supremo Tribunal Eleitoral como território livre, o que resultou em uma regulamentação mais branda na comparação aos outros meios. A ação, além de acirrar ainda mais as campanhas, tende a jogar a disputa mais para dentro do universo online. Apesar disso, o uso da web também é passível de condenações, como já ocorreu com sites e blogs, por campanha antecipada.
A inspiração para o uso da internet parte diretamente do modelo norte-americano. Por lá, Barack Obama fez história ao conseguir usar a rede não só como arma poderosa na disseminação do "Yes, we can" como também – e principalmente – na arrecadação de fundos para financiar sua campanha. E pode ser esse o caminho a ser seguido no Brasil, já que os candidatos poderão receber doações até mesmo por cartão de crédito.
O responsável pela campanha digital de Obama, inclusive, é quem comanda a equipe da petista Dilma Rousseff. Ben Self, fundador da Blue State Digital, entrou para a história em duas vertentes: além de ajudar a eleger o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, ele conseguiu levantar mais de US$ 300 milhões apenas com a ajuda da internet.
Mas os futuros eleitos poderão contar também com toda a gama de ferramentas que a web tem a oferecer. Estão permitidos sites, blogs e, como não poderia faltar, contas em redes sociais – estas com grande poder de aproximação dos candidatos a parte da população.




